Introdução Definição do problema de negócio Soluções Estratégia analítica Decisões sobre a target Processamento dos Dados Dados Externos Feature Engineering Modelos Ensemble Post Processing Considerações Finais Introdução O TFUG - TensorFlow Users Group de São Paulo lançou uma nova competição no Kaggle onde o objetivo era desenvolver modelos para previsão de diagnóstico de síndromes respiratórias, que é um tema relacionado com um dos 17 tópicos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas - Boa saúde e bem-estar.
Introdução Definição do problema de negócio Análise Exploratória (em R) Estrutura da base Ano da base de dados Target Machine Learning (em Python) Importar dependencias Carregar dados Modelagem Submissão Considerações Finais Introdução No final de Janeiro desde ano (2022) o TFUG - TensorFlow Users Group de São Paulo lançou uma competição no Kaggle para prever as notas do enem que tem relação com um dos 17 tópicos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas - Educação de Qualidade.
Introdução e contexto O que são Grafos? Como contruir um? Carregar dependências Fonte dos dados NER - Named Entity Recognition Preparar dados Bônus Conclusão Outras bibliotecas para construção de grafos Introdução e contexto Durante os anos de 2020 e 2021 fiz um MBA Executivo em Business Analytics e Big Data na FGV e uma das disciplinas que gostei bastante abordou a análise de mídias sociais com técnicas de mineração de texto e processamento de linguagem natural.
Problema de negócio Uma tarefa comum no dia a dia de um estatístico (ou cientista de dados) é a elaboração de relatórios para passar ao restante da equipe e/ou tomadores de decisão os resultados encontrados e muitas vezes essa tarefa pode parecer desgastante quando os relatórios são muitos extensos e repetitivos.
Com a linguagem R, escrever relatórios estatísticos utilizando RMarkdown acaba sendo a escolha padrão por ser tão simples transformar as análises em documentos, apresentações e dashboards de alta qualidade com poucas linhas de código.
O método split-apply-combine Geralmente em uma análise de dados precisamos compreender, além do comportamento geral dos dados, o seu comportamento de acordo com alguns segmentos.
No famoso paper The Split-Apply-Combine Strategy for Data Analysis, Hadley Wickham descreve a abordagem “split-apply-combine” (dividir-aplicar-combinar) como uma das mais comuns em uma análise de dados. Em R essa tarefa pode ser feita por diversos caminhos, veja alguns dos modos de se fazer utilizando funções base do R e abordagens mais antigas:
Análise de sobrevivência e PUBG Análise de sobrevivência é um termo que se refere a situações médicas e é caracterizada pela sua variável resposta, que pode ser apresentada de três formas: probabilidade de sobrevivência, taxa de incidêcia e taxa de incidência acumulada.
Na engenharia este termo também é conhecido como confiabilidade, no entanto, condições parecidas podem ocorrer em (inusitadas) outras áreas.
PUBG é um jogo online multiplayer de batalha em que 100 jogadores são lançados em uma ilha e tem como objetivo principal sobreviver, a área de jogo diminui progressivamente, confinando os sobreviventes a um espaço cada vez menor e forçando encontros e o vencedor é o último jogador (ou time) a permanecer vivo.
Kaggle Segundo o Wikipédia: “Kaggle é a maior comunidade mundial de cientistas de dados e machine learning.” Aprendo muito estudando as resoluções de alguns competidores pois lá é possível conferir tanto as metodologias utilizadas pelos competidores quando os códigos e é notável o cuidado dos participantes para que seja possível a reprodutibilidade dos resultados, o que pode impulsionar o aprendizado.
O Kaggle trabalha com a ideia de gamificação, que é um assunto do qual já escrevi em um post sobre gamificação e porque aprender R é tão divertido e gosto deste conceito de se criar jogos para motivar e engajar as pessoas em atividades profissionais e a ideia de se estar em um jogo possibilita doses de motivação especialmente a quem gosta de competir.
Brasil vs Argentina e Text Mining A copa do mundo esta ai novamente e como não poderia ser diferente, com ela surgem novos quintilhões de bytes todos os dias, saber analisar esses dados é um grande desafio pois a maioria dessa informação se encontra de forma não estruturada e além do desafio de captar esses dados ainda existem mais desafios que podem ser ainda maiores, como o de processá-los e obter respostas deles.
A análise exploratória dos dados A análise exploratória dos dados (AED) foi um termo que ganhou bastante popularidade quando Tukey publicou o livro Exploratory Data Analysis em 1977 que tratava uma “busca por conhecimento antes da análise de dados de fato”. Ocorre quando busca-se obter informações ocultas sobre os dados, tais como: variação, anomalias, distribuição, tendências, padrões e relações
Importância da apresentação dos dados O trabalho de quem analisa dados vai muito além de planejar, resumir e interpretar observações: apresentar bem os resultados é parte essencial de qualquer projeto ou pesquisa. Não é à toa que já existe até uma área dentro da ciência de dados focada nisso, com o título de "Data Artist".
Além dos pacotes que ajudam a apresentar as figuras geradas nas análises (como mostrei nos posts sobre a qualidade do ajuste de modelos e sobre avaliar o ajuste pela abordagem bayesiana), contamos com pacotes que apresentam tabelas de forma elegante e até interativa.
O pacote dplyr A análise exploratória dos dados é uma tarefa de bastante relevância para entendermos a natureza dos dados e o tempo de análise é sempre muito precioso. É necessária bastante curiosidade e criatividade para fazer uma boa análise exploratória dos dados pois é difícil receber aqueles dados bonitinhos igual aos nativos do banco de dados do R.
A manipulação de dados é uma das etapas que mais consomem tempo em qualquer projeto, como comento no panorama da ciência de dados que escrevi para quem está começando. Aqui o foco é numa das ferramentas centrais para essa tarefa.